AdegaMãe: Uma das melhores gamas de brancos do País nasce a um passo de Lisboa

AdegaMãe: Uma das melhores gamas de brancos do País nasce a um passo de Lisboa

CASA DE TORRES VEDRAS APRESENTA NOVA GAMA DE VINHOS BRANCOS

 

  • Adega do Grupo Riberalves apresenta as novas referências para 2015, potenciando as condições únicas do projecto nascido a Oeste e mantendo a aposta numa grande relação qualidade-preço.
  • Destaque para o primeiro Reserva Branco em dois anos e uma novidade absoluta: o monocasta Riesling, numa edição especial de apenas 1400 garrafas.

Torres Vedras, 22 de Setembro de 2015

 

A AdegaMãe acaba de colocar no mercado a sua nova gama de vinhos brancos. São nove referências que cumprem com o objectivo a que se propõe a casa de Torres Vedras: produzir uma das mais completas e melhores gamas de vinhos brancos do país. Um desafio alcançado com naturalidade pela adega do Grupo Riberalves, em função das condições únicas que envolvem o projecto – uma região extraordinária, muito marcada pela influência do clima atlântico, capaz de produzir vinhos originais marcados por uma frescura marítima muito genuína; e, por fim, uma equipa de enologia focada em potenciar na adega essa mesma autenticidade, como se em cada garrafa pudesse estar um pedaço do oceano.

 

Desde as colheitas Pinta Negra e Dory, ao novo Dory Reserva, aos monocastas Viosinho e Alvarinho, Sauvignon Blanc, Chardonnay e Viognier, terminando num estreante Riesling, uma prova dos novos brancos AdegaMãe podia ser uma viagem pela Costa Oeste, atravessando a frescura carregada com notas de iodo, salinas, que por vezes lembram no copo a espuma do mar. As vinhas AdegaMãe estão apenas a sete quilómetros da costa, felizmente condenadas às conhecidas neblinas matinais e aos Verões amenos, pelo que o Clima Atlântico se impõe, inevitavelmente, como traço comum em todos os vinhos. Com a aposta nas melhores castas e com a experiência adquirida, ao quinto ano de actividade esta expressão Atlântica nota-se de forma ainda mais consistente. E assim todo o projecto AdegaMãe, capaz de colocar no mercado referências com uma grande relação qualidade-preço (estes nove vinhos apresentam-se num intervalo entre 3 euros e 12,95 euros), conquista reconhecimento nacional e internacional, dando o seu contributo para a nova imagem de qualidade e excelência da Região de Vinhos de Lisboa.

 

O novo Dory Reserva 2013, o primeiro Reserva Branco da AdegaMãe lançado em dois anos, é desde já o melhor exemplo disso mesmo, tendo conquistado 92 pontos numa avaliação da revista americana Wine Enthusiast, à qual foi antecipada a prova deste vinho em Junho. O topo de gama da AdegaMãe assume-
se, mais uma vez, como um branco de referência, mas a equipa de enologia procurou desenvolver qualidade transversal a toda a gama, desde as colheitas Pinta Negra e Dory, aos monocastas – sim, porque, mais uma vez, a AdegaMãe honra as castas nacionais e internacionais que mais se destacam no terroir do Oeste, engarrafando-as, e em 2015 uma novidade absoluta: o primeiro Riesling, nascido em edição especial de apenas 1400 garrafas e também com um preço que o distingue (9.90 Euros, contra os 8,49 euros dos restantes).

 

“Desfrutamos de excelentes condições, temos uma grande equipa e acreditamos que estamos a cumprir como todo o potencial que nos surge. Continuamos a evoluir e esta nova gama de brancos é, na nossa opinião, uma das mais completas e melhores gamas de vinhos brancos do país. Desde o vinho entrada de gama, ao nosso Reserva Branco, acreditamos estar perante muita qualidade e consistência”, afirma o director geral da AdegaMãe, Bernardo Alves.

 

E se Lisboa bebesse o seu próprio vinho?

Esta “qualidade e consistência” deverá valer à AdegaMãe, no final de 2015, uma facturação de 1,5 milhões de euros (1,2 milhões em 2014), resultante de uma forte presença internacional (60% da produção segue para mercados externos), mas também de uma aposta no mercado interno, nomeadamente na restauração da Região de Lisboa, onde as vendas AdegaMãe serão dobradas em 2015. “Continuamos a acreditar que não existe nenhuma razão para que os restaurantes de Lisboa não apostem nos vinhos da sua própria região, especialmente quando a qualidade se coloca ao nível do que de melhor se faz no país. Temos que passar esta mensagem, temos de criar uma nova percepção em relação aos Vinhos de Lisboa, até porque os números alcançados estão a ser surpreendentes: em 2015 venderemos 130 mil garrafas só na restauração lisboeta, o dobro do que vendemos em 2014. E temos uma grande margem para crescer”, considera Bernardo Alves.

 

A um passo de terminar a vindima de 2015, em que as uvas colhidas superam, pela primeira vez, a fasquia do milhão de quilos (o que representará uma produção de 750 mil garrafas), a equipa de enologia da AdegaMãe acaba de iniciar a produção do primeiro espumante. Ao mesmo tempo, 2015 será ainda ano de lançamento da primeira aguardente.

 

Sobre a AdegaMãe

A AdegaMãe nasce do investimento do Grupo Riberalves numa nova área de negócio e surge como uma homenagem da família Alves à sua matriarca, Manuela Alves. O conceito de “Mãe” é a inspiração para um espaço de nascimento, de criação, no qual se pretende potenciar as melhores uvas e fazer nascer os melhores vinhos. Localizada no Concelho de Torres e vocacionada para a produção de vinhos com características muito próprias, graças à proximidade do mar e influência do Clima Atlântico, a AdegaMãe é, igualmente, uma referência para o enoturismo da Região de Lisboa, destacando-se pela arquitectura exclusiva e por todas as actividades desenvolvidas em torno da vinha e do vinho. Sendo uma empresa do Grupo Riberalves, a marca Dory (inspirada nos Dóris, embarcações antigamente utilizadas pelos portugueses na pesca do bacalhau) representa a principal gama de vinhos comercializados. A exportação assume 60 por cento do volume de vendas.

 

+ info
Filipe Santos
+351 962 109 852
filipesantos@atelierdocaractere.pt

 

A GAMA DE BRANCOS ADEGAMÃE APRESENTADA EM DETALHE

 

Diogo Lopes: “O nosso grande objectivo é a autenticidade”

 

Diogo Lopes e Anselmo Mendes, respectivamente, enólogo e consultor de enologia da AdegaMãe desde o lançamento da primeira pedra, traçaram uma estratégia clara: fazer vinhos autênticos, expressões verdadeiras da região onde nascem. O projecto iniciou a actividade em 2010 e, a partir daí, arrancou um processo de experimentação, de descoberta e de consequente aposta nas melhores castas nacionais e internacionais. Mas sempre com o foco na originalidade: “O nosso grande objectivo é a autenticidade. Temos grandes castas nacionais e internacionais que se adaptam e se expressam de forma muito especial nas nossas vinhas, a 7 Kms do mar. Estamos a conseguir interpretações únicas dessas castas e, para nós, é um enorme orgulho perceber que o mercado também tem vindo a reconhecer isso mesmo”, afirma Diogo Lopes. Eis a nova gama de brancos AdegaMãe, apresentada pelo enólogo:

 

PINTA NEGRA BRANCO 2014

 

“Produzido com as castas Arinto e Fernão Pires, mantém a identidade e a homenagem às castas portuguesas. A colheita de 2014 surge gulosa, bastante suave, num vinho com um menor volume alcoólico que resulta de uma vindima mais fresca e com maturação distinta. O Pinta Negra é aquele vinho directo, simples e refrescante, um companheiro para o consumo do dia-a-dia, preparado para viver na porta do frigorífico – seja em garrafa ou no sempre interessante bag in box de três litros.”

 

CASTAS: Fernão Pires e Arinto

NOTA DE PROVA: Aroma cítrico com ligeiro tropical. Equilibrado na boca, com uma refrescante acidez.

PVP referência: 3,00 euros

 

DORY COLHEITA BRANCO 2014

 

“A área de produção de Viosinho cresceu na AdegaMãe, pelo que o vinho bandeira da casa, o Dory Branco, já uma referência nacional no segmento, surge na colheita de 2014 temperado pela presença desta casta, que evolui de forma tão extraordinária no Oeste. O Viosinho é, ano após ano, uma grande surpresa, ou uma confirmação, e sua introdução no lote transporta o Dory Branco para um patamar qualitativo ainda superior, num apelo ainda mais intenso ao seu lado atlântico.”

 

CASTAS: Fernão Pires, Arinto, Viosinho e Viognier

NOTA DE PROVA: Aroma intenso, com notas tropicais e vegetais. Ligeira mineralidade. Na boca é fresco, atlântico e vibrante.

PVP referência: 4 euros

 

DORY RESERVA BRANCO 2013

 

“Uma das grandes novidades neste lançamento AdegaMãe. Depois do sucesso da edição 2012, o oo Reserva Branco 2013 foi apontado apenas para o Outono de 2015, de modo a que o vinho pudesse trabalhar e potenciar ainda mais toda a sua complexidade na adega. Sendo um vinho com madeira, esta integra-se agora de forma mais subtil, em relação à colheita de 2012. E graças à introdução das castas Alvarinho (para ganhar estrutura) e Arinto (um toque de frescura), num lote que já conjugava Chardonnay e Viosinho, nasce então um Reserva Branco muito especial, a apelar ao carácter distinto dos grandes vinhos da Borgonha. Este é um forte candidato a branco de referência da Região de Lisboa e foi já alvo de grande destaque numa pré-apresentação à revista Wine Enthusiast, conquistando 92 pontos em prova da prestigiada revista norte-americana.”

 

CASTAS: Viosinho, Chardonnay, Alvarinho e Arinto

NOTA DE PROVA: Aroma muito elegante com notas de fruta branca, ameixa, pêra e ligeiro limão. Mineral. Rico na boca, com volume e uma excelente acidez. Ligeiro tostado no final.

PVP referência: 12,95 euros

 

ADEGAMÃE VIOSINHO 2014

 

“Equilíbrio e capacidade de produção. O Viosinho é uma confirmação na AdegaMãe e o seu lado muito mineral, conjugado com o ligeiro floral e a frescura interessante, garantem um equilíbrio que tem vindo a tornar esta casta a espinha-dorsal em vinhos de lote que são referência para a casa – o Dory Reserva e, agora, o Dory Colheita. O destaque enquanto varietal pode apreciar-se, também, através do seu potencial para evolução em garrafa. Ano após ano, as palavras chave são: leveza e frescura.”

 

CASTA: Viosinho

NOTA DE PROVA: O “Gran Cru” da adega, vem dos solos mais calcários da propriedade. Profundamente mineral, com notas de frutas de caroço, como pêssego e ameixas. Acidez viva e final salino. Muito profundo.

PVP referência: 8,49 euros

 

ADEGAMÃE ALVARINHO 2014

 

“Tal como o Viosinho, o Alvarinho 2014 representa a terceira edição consecutiva desta casta branca de referência em Portugal, uma aposta constante graças à excelente adaptação à região, mas também à consistência na qualidade. Marcado pela mineralidade própria dos vinhos AdegaMãe, o Alvarinho expressa, igualmente, uma frescura atlântica bastante interessante e diferenciadora.”

 

CASTA: Alvarinho

NOTA DE PROVA: Cor amarelo citrino. Notas de toranja, lima e ligeira nota de mel. Muito atractivo e intenso, termina guloso e fresco.

PVP referência: 8,49 euros

 

ADEGAMÃE SAUVIGNON BLANC 2014

 

“Lançado em estreia no ano passado, o Sauvignon Blanc da AdegaMãe foi uma excelente surpresa e veio confirmar mais uma curiosa interpretação desta casta tão internacional e tão experimentada. A edição 2014 volta a apresentar grande potencial, num vinho pleno de frescura e mineralidade, argumentos decisivos que surgem a equilibrar a fruta característica. Volta a ser, por isso mesmo, um Sauvigon Blanc que apela mais à inspiração francesa do que propriamente aos exemplos do Novo Mundo.”

CASTA: Sauvignon Blanc

NOTA DE PROVA: Aroma muito intenso com notas exóticas de figos e algum vegetal. Refrescante, mineral e intenso.

PVP referência: 8,49 euros

 

ADEGAMÃE CHARDONNAY 2014

 

“Outra casta que faz o pleno e que agora se apresenta como varietal na terceira edição consecutiva. Trata-se de um vinho 100% fermentado em barrica, o que lhe eleva a complexidade e o aproxima da inspiração da Borgonha. Perante a qualidade que tem vindo a garantir, continua a ser uma casta decisiva no lote do Dory Reserva Branco”.

 

CASTA: Chardonnay

NOTA DE PROVA: Cor amarelo citrino. Fiel à casta, com notas de marmelo e pera. Ligeira sensação tostada. Muito elegante na boca, com untuosidade e frescura. Final longo.

PVP referência: 8,49 euros

 

ADEGAMÃE VIOGNIER 2014

 

“O Viognier está regresso ao lote de monocastas da AdegaMãe, depois de uma edição de 2012 marcada pelo sucesso. O compromisso é a qualidade e se, em 2013, se entendeu que não deveria ser engarrafado, ele aí está de volta, com os seus traços característicos e com uma fermentação em madeira a resultar muito bem integrada, discreta, destacando ainda mais a sua complexidade: estamos perante um vinho elegante, muito fino.”

 

CASTA: Viognier

NOTA DE PROVA: Notas muito florais e de pêssego branco. Conjunto muito elegante. Ligeira nota de fruto seco. Estruturado na boca, com bom volume e intenso final

PVP referência: 8,49 euros

 

ADEGAMÃE RIESLING 2014

 

“Grande novidade no lançamento 2015 da AdegaMãe. Casta capaz de resultar nas expressões mais originais, nas mais diferentes geografias, o Riesling foi também alvo de experimentação na AdegaMãe e chegou à vindima de 2014 em grande destaque, a confirmar a adaptabilidade ao Oeste e justificar uma homenagem enquanto monocasta. E ele aí está, um Riesling muito autêntico, com a acidez muito característica, preparado para se impor e confirmar uma ideia que poderá não ser assim tão surpreendente – será a próxima grande casta global? Engarrafado numa edição limitada de apenas ?? garrafas, terá também preço distinto dos restantes monocastas (mais caro ?? euros), que marca igualmente o seu carácter exclusivo.

 

CASTA: Riesling

NOTA DE PROVA: Aroma intenso a tangerina e alperce. Ligeiro floral. Acidez típica da casta, com um final limonado e salino.

PVP referência: 9,90 euros



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