AdegaMãe conquista primeiro Prémio Excelência para um vinho branco da Região de Lisboa

AdegaMãe conquista primeiro Prémio Excelência para um vinho branco da Região de Lisboa

O AdegaMãe Terroir Branco 2013, o novo vinho branco topo-de-gama da AdegaMãe, foi distinguido com o Prémio Excelência atribuído na gala anual da Revista de Vinhos, publicação de referência para o sector, que institui os óscares do vinho português. O mais importante prémio conquistado pela AdegaMãe, em apenas sete anos de existência, reveste-se também de uma dimensão histórica para a Região de Vinhos de Lisboa: nunca um vinho branco desta região tinha conquistado o mais alto prémio do vinho português; e só por uma ocasião tal tinha sucedido, mas com um tinto.

A atribuição de um Prémio Excelência a um produtor de Lisboa é por si só um facto extraordinário, mas, por outro lado, aponta à nova dinâmica de qualidade dos vinhos região. Uma dinâmica suportada em vários projetos, entre eles a AdegaMãe, que nos últimos anos têm colocado os vinhos de Lisboa em patamares de excelência, a par de outras regiões nacionais e internacionais. “Desde o início definimos como uma das bases do projeto dignificar e potenciar os vinhos de Lisboa. Este prémio veio mostrar que com uma excelente equipa, na enologia, na produção e na vertente comercial, é possível elevar o nome de Lisboa ao nível dos melhores. Temos muito orgulho no trabalho desenvolvido e é com motivação que enfrentamos os tempos futuros, difíceis e desafiantes”, afirma Bernardo Alves, director-geral da AdegaMãe, deixando um desafio: “A grande restauração de Lisboa tem mais uma razão para acreditar na região vínica em que está inserida e continuar a apostar nos seus excelentes vinhos. Juntos, podemos construir uma nova perceção sobre os Vinhos de Lisboa. É natural que se peçam vinhos de regiões que têm feito um excelente trabalho, é normal ouvir-se ‘quero um Douro’, ‘quero um Alentejo’, mas acredito que também vamos ouvir com mais insistência: ‘quero beber um Lisboa!’”, afirma Bernardo Alves, diretor-geral da AdegaMãe.

No caso concreto da AdegaMãe, o Prémio Excelência conquistado surge em linha com outras distinções recentes, que confirmam a qualidade a que está elevado o projeto nascido em Torres Vedras: no último Encontro com o Vinho e Sabores, outro branco produzido pela casa, o Dory Reserva, conquistou o Grande Prémio Escolha da Imprensa; e há precisamente um ano, igualmente na gala anual da Revista de Vinhos, a AdegaMãe foi eleita Empresa do Ano. “O Prémio Excelência é a mais importante distinção recebida pela AdegaMãe, pela sua importância no setor, e porque é atribuído a um vinho – o AdegaMãe Terroir – que é o corolário de todo um trabalho de experimentação realizado desde a primeira vindima, há sete anos. Temos vindo a apurar a qualidade dos nossos vinhos e estamos muito orgulhosos porque o reconhecimento da crítica e do mercado nos coloca, definitivamente, entre os melhores produtores nacionais. As distinções recentes também apontam para outro objectivo a que nos propusemos, de oferecer ao mercado uma das melhores gamas de brancos do país”, afirma Diogo Lopes.

A marca AdegaMãe Terroir foi estreada pela AdegaMãe no decorrer do ano de 2016, para completar a gama de vinhos com uma proposta de excelência. Esta marca apresenta-se como a mais exigente interpretação do terroir atlântico, propondo vinhos inéditos, pela complexidade, pela qualidade, pelo trajeto cumprido desde a vinha à adega. São vinhos de assinatura, engarrafados a partir de colheitas excecionais – e só em anos excecionais serão reeditados. São também vinhos exclusivos, tanto que o primeiro AdegaMãe Terroir Branco 2013, agora distinguido pela Revista de Vinhos, teve uma edição de apenas 2765 garrafas, cada uma delas numerada, como forma de realce do seu carácter único.

Diogo Lopes, que integra a enologia da AdegaMãe em parceria com o consultor Anselmo Mendes, explica o processo que levou ao primeiro AdegaMãe Terroir Branco. “Identificámos as uvas com maior potencial e procurámos exprimir os traços genuínos de um vinho da Região de Lisboa: mineralidade, frescura e até salinidade. As uvas para o nosso AdegaMãe Terroir Branco vêm de parcelas mais calcárias, capazes de reforçar de forma ainda mais vincada a identidade atlântica destes vinhos. É um branco de grande complexidade, mineral e marcadamente de influência marítima, com um toque de salinidade. A madeira está presente em equilíbrio, mas sem que se deixe dominar por ela”, termina.

AdegaMãe Terroir Branco 2013
Castas: Viosinho, Alvarinho e Arinto.
Notas de prova: Aroma complexo, mineral e fumado. Volumoso na boca, com untuosidade, acidez firme e final salino.
Preço recomendado: 39 euros

Sobre a AdegaMãe
A AdegaMãe nasce do investimento do Grupo Riberalves numa nova área de negócio e surge como uma homenagem da família Alves à sua matriarca, Manuela Alves. O conceito de “Mãe” é a inspiração para um espaço de nascimento, de criação, no qual se pretende potenciar as melhores uvas e fazer nascer os melhores vinhos. Localizada no Concelho de Torres e vocacionada para a produção de vinhos com características muito próprias, graças à proximidade do mar e influência do Clima Atlântico, a AdegaMãe é, igualmente, uma referência para o enoturismo da Região de Lisboa, destacando-se pela arquitetura exclusiva e por todas as atividades desenvolvidas em torno da vinha e do vinho. Sendo uma empresa do Grupo Riberalves, a marca Dory (inspirada nos Dóris, embarcações antigamente utilizadas pelos portugueses na pesca do bacalhau) representa a principal gama de vinhos comercializados. Depois da primeira vindima, realizada em 2010, a AdegaMãe tem vindo a colher reconhecimento no mercado nacional e internacional, para onde canaliza 60% da sua produção. Em 2016 a AdegaMãe foi eleita Empresa do Ano no Sector do vinho em Portugal, nos prémios atribuídos pela Revista de Vinhos. No mesmo ano, conquistou o Grande Prémio Escolha da Imprensa (Dory Reserva Branco 2014). E em 2017 alcançou o Prémio Excelência (AdegaMãe Terroir Branco 2013).



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