AdegaMãe Terroir 2014: o branco que celebra a excelência da expressão atlântica

AdegaMãe Terroir 2014: o branco que celebra a excelência da expressão atlântica

• Vinho de excelência, máxima expressão de terroir e, por isso, engarrafado apenas em anos especiais, o AdegaMãe Terroir Branco volta a ter uma edição no mercado neste final de ano, com a apresentação da colheita 2014. A AdegaMãe estreia, ainda, um novo monocasta branco (Arinto 2016) e lança as primeiras referências da melhor vindima de sempre nos tintos: Touriga Nacional 2015 e Pinot Noir 2015.

Verão de 2014. A viticultura na AdegaMãe roça a perfeição. O ano segue dentro do esperado. Chove quando tem que chover e segue-se uma maturação muito interessante, a deixar a equipa de enologia bastante entusiasmada com o potencial das uvas. Arranca a vindima dos brancos, inclusivamente nas parcelas mais calcárias, identificadas como sendo as mais diferenciadoras na expressão do terroir AdegaMãe do Oeste. E, inesperadamente, vem a chuva…

Para as uvas que ainda estavam na vinha, no mínimo aquela vindima seria sempre um desafio. Mas para as que já estavam na adega, as condições pareciam perfeitas. E apesar de, na altura, não haver ainda essa certeza, na AdegaMãe surgia então mais uma edição do AdegaMãe Terroir Branco, o topo-de-gama da casa, engarrafado apenas em anos especiais. Depois da primeira edição vindimada em 2013, nascia assim o sucessor. Agora, cumprido todo o processo produtivo, o AdegaMãe Terroir Branco 2014 é finalmente anunciado e lançado no mercado.

Expressão máxima do terroir do Oeste, edição exclusiva e numerada de apenas 2677 garrafas, o novo AdegaMãe Terroir Branco 2014 começou a desenhar-se, depois, em dezembro de 2014, quando os enólogos da AdegaMãe identificaram as castas que mais se destacavam nas barricas de 400 litros de carvalho francês. As melhores barricas foram selecionadas e evoluíram para estágio de um ano. Em 2015, feito o blend, o vinho foi engarrafado e submetido a mais dois anos de repouso na própria garrafa.

“Continuamos dentro de um perfil que se apresenta como a expressão máxima do nosso Terroir de influência atlântica. É o nosso vinho mais distinto e complexo, com as notas de mineralidade e de salinidade que tanto diferenciam os nossos vinhos. Depois da colheita de 2013, este é mais um vinho que pode ser reconhecido como um dos brancos de referência de Portugal”, afirma o enólogo Diogo Lopes.

AdegaMãe estreia monocasta Arinto com a colheita de 2016
Neste final deste ano, a AdegaMãe estreia, ainda, uma nova referência na sua gama de monocastas brancos, o AdegaMãe Arinto 2016. Um vinho há muito perseguido – até pelo significado que a casta tem na região de Lisboa – e que na colheita agora apresentada mostra, finalmente, o perfil desejado pela equipa de enologia. “É uma casta emblemática na região, pelo que não podia ser só mais um Arinto de Lisboa. Creio que ainda não tínhamos encontrado o perfil mais genuíno e diferenciador desta casta no nosso Terroir, mas ele aí está agora… Muito atlântico, mantendo a sua nota cítrica, mas com a acidez natural e o toque salino dos nossos vinhos”, explica Diogo Lopes.

Touriga Nacional e Pinot Noir antecipam a grande colheita de 2015
Entre as novidades apresentadas, a AdegaMãe lança, ainda, os primeiros vinhos que vêm antecipar o resultado da grande colheita de 2015 – a melhor vindima de tintos jamais realizada na AdegaMãe. Assim, chegam agora ao mercado, também, o Touriga Nacional 2015 e o Pinot Noir 2015.

“Os tintos de 2015 nascidos na AdegaMãe vão começar a surgir agora. São vinhos extraordinários, de um ano em que tudo correu de forma perfeita entre a viticultura e adega. A Touriga Nacional surge muito interessante, com as suas notas florais e taninos musculados, mas fáceis de beber. É um vinho cheio de carácter, com um estágio de 10 meses em barricas de segundo e terceiro ano, para integrar a madeira de forma muito discreta. E é um vinho a confirmar que, também em Lisboa, a Touriga Nacional é uma casta de eleição”, afirma Diogo Lopes.

“O nosso Pinot Noir tem sido sempre um grande sucesso, porque a casta se adaptou muito bem no nosso terroir mais fresco. Em 2015, estamos, mais uma vez, perante um grande vinho, até pela forma como o ano decorreu. Foi vindimado cedo e apresenta um perfil entre aquilo que são os Pinot da velha Europa e os do novo Mundo, com as notas silvestres, mas muito elegante e sedutor. É o monocasta tinto da AdegaMãe de maior sucesso”, conclui Diogo Lopes.

NOTAS DE PROVA
AdegaMãe Terroir Branco 2014
Aroma complexo, mineral e fumado. Volumoso na boca, com untuosidade, acidez firme e final salino.
PVP: 40€
AdegaMãe Arinto 2016
Aroma a flor de laranjeira. Profundamente mineral, sílex e pedra molhada. Muito refrescante na boca, com uma acidez viva e final limonado.
PVP: 8,50€
AdegaMãe Touriga Nacional 2015
Cor ruby profunda. Aroma típico à casta com as notas florais a sobressaírem. Algum fruto preto combinado com uma ligeira tosta. Intenso na boca, com boa estrutura e taninos finos. Termina longo.
PVP: 8,50€
AdegaMãe Pinot Noir 2015
Notas a bagas silvestres. Ligeira especiaria. Muito fresco e elegante na boca. Taninos sedosos, final vibrante.
PVP: 8,50€



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