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HISTÓRIA

Uma adega como homenagem à vida

Concluindo um sonho dos fundadores do Grupo Riberalves, nasce o projeto AdegaMãe, uma homenagem dos homens da família Alves à matriarca, Manuela Alves, e um projeto que é ele próprio uma homenagem à vida.
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Nasce a marca Dory

Ainda em fase de construção, a primeira vindima entra na AdegaMãe. Arranca a produção das primeiras referências de vinhos, com a marca Dory desde logo a impor-se como o estandarte da casa. A marca Dory evoca os antigos barcos que os pescadores portugueses utilizavam na pesca do bacalhau.
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Uma colheita histórica

A generalidade das regiões vinícolas portuguesas é abençoada com uma vindima que prima pela qualidade. Lisboa e a AdegaMãe não fogem à regra. A equipa de enologia da AdegaMãe identifica as castas que mais se destacam e começa a preparar os primeiros vinhos monocastas de marca AdegaMãe.
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A inauguração oficial

A AdegaMãe é oficialmente inaugurada, numa cerimónia que, entre outras individualidades, conta com a presença da Ministra da Agricultura, Assunção Cristas. A obra traduz um investimento global de 5 milhões de euros e entra desde logo no leque de adegas nacionais que se impõem como referências arquitectónicas.
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As primeiras medalhas

Colhido em 2010, o primeiro Reserva Tinto da AdegaMãe chega ao mercado e impõe-se pela sua qualidade, conquistando o primeiro selo Boa Compra da Revista de Vinhos. Esta distinção, atribuída pelo painel de prova da mais importante publicação especializada portuguesa, acabará por tornar-se frequente em toda a gama.
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AdegaMãe na Bienal de Veneza

O Dory Reserva Tinto 2010 e o monocasta Viosinho 2012 são os vinhos escolhidos para representar Lisboa na inauguração do projecto Trafaria Praia, da artista Joana Vasconcelos, na Bienal de Veneza.
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AdegaMãe na RTP

A AdegaMãe é já uma referência entre as melhores adegas do país e é escolhida pela RTP para integrar o programa Verdade do Vinho, uma produção apresentada pelos jornalistas Luís Baila e Sónia Araújo, que desvenda os projetos vitivinícolas e de enoturismo que se destacam nas diferentes regiões.
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A aposta em Lisboa

E se Lisboa bebesse os seus próprios vinhos? A AdegaMãe exporta 60% da produção, mas aposta igualmente no mercado português. No final do ano a AdegaMãe acaba por vender 130 mil garrafas só na restauração lisboeta, dobrando os números do ano transato.
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O reconhecimento internacional

A gama Dory da AdegaMãe é alvo de reconhecimento internacional na revista Wine Enthusiast, graças aos 92 pontos atribuídos ao Reserva Tinto 2011 e ao Reserva Branco 2013.
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O primeiro espumante

Num ano de excelente vindima, a AdegaMãe anuncia a colheita do primeiro espumante. Ao mesmo tempo, o recorde de produção é ultrapassado, com as uvas a superarem a fasquia do milhão de quilos, o que equivale a uma produção de 750 mil garrafas. Um par de semanas depois da vindima, é apresentada a nova gama.
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MISSÃO

A AdegaMãe nasceu de uma paixão antiga que sempre existiu no seio do Grupo Riberalves: o vinho. Com um projeto arquitetónico moderno e inovador, a AdegaMãe apresenta uma forte aposta no setor vitivinícola e no enoturismo.

No que à produção diz respeito, a AdegaMãe distingue-se no mercado pela aposta em vinhos genuínos que expressem as características únicas da região de Lisboa, muito marcada pela influência Atlântica.

AdegaMãe Dia da Mãe

ARQUITETURA

Camada 17

UMA NATUREZA INSPIRADORA

Segundo o arquiteto Pedro Mateus, o conceito AdegaMãe “é inspirado na paisagem circundante caracterizada pelo ondular continuo das colinas”. Esta “matéria riquíssima” à disposição foi trabalhada de duas formas:

// Oposição e contraste

“Perante uma paisagem ondulada, não fazia sentido para nós projectar um edifício que de certa forma mimetizasse o entorno onde se insere e assim, por oposição e contraste, propôs-se uma forma pura, um prisma retângular “encaixado” na encosta”.

// Emoldurar a matéria

“Uma das premissas que tivemos sempre presente na concepção do edifício, foi que este deveria funcionar como uma moldura gigante deste magnífico quadro natural; é no fundo a resposta a esta vontade expressa que acaba por gerar a sua imagem marcadamente horizontal e de grande serenidade.”

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Camada 18

UMA VISTA PRIVILEGIADA

O arquiteto Pedro Mateus comenta que, aquando da visita à propriedade, “ficou claro que a Adega deveria ser implantada de forma a funcionar como miradouro sobre a paisagem”. “Honrando o espaço e o seu contexto, e conjugando-o com o objetivo da própria adega enquanto infraestrutura (otimizada para a produção de um 1,5 milhões de litros de vinho/ano) optou-se por “encaixar” um retangulo de 75.00m de largura por 45.00m de profundidade, na encosta localizada a Nascente do caminho de acesso à Quinta”.

Para avançar deverá ter idade legal para consumir bebidas alcoólicas no país em que se encontra